Mostrando postagens com marcador Marcos Assunção. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Marcos Assunção. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Palmeiras: Está na hora de Assunção voltar a decidir

Quartas do Paulistão - Palmeiras - Marcos Assunção
O momento do Palmeiras não podia ser melhor: nos últimos 25 dias perdeu para o Corinthians de virada, perdeu para o Mirassol em casa, empatou em casa com o rebaixado Comercial tendo dois jogadores a mais praticamente durante todo o segundo tempo e com o bandeira anulando um gol legítimo que reverteria para o Palmeiras a vantagem de jogar em casa contra o Guarani, no domingo, às 18h30.


Descrédito da imprensa, pressão dos torcedores, desvantagem de jogar na casa do adversário, juízes que não dão pênalti a favor do Palmeiras... Tudo do jeito que Luiz Felipe Scolari gosta para poder mandar comer grama, cuspi-la no adversário e cavar faltas para as jogadas aéreas de Marcos Assunção. Favoritismo é para os fracos.


Em sua equipe pragmática, é o volante Marcos Assunção o jogador mais decisivo, que mais resolveu quando o Palmeiras perdia ou empatava as partidas.


Dos 37 gols marcados pelo Palmeiras, 25 foram "decisivos", marcados com a equipe sob pressão do placar. Desses, 9 tiveram a participação de Assunção, que marcou 3 (sendo 2 de falta) e deu outros 6 para companheiros completarem (3 escanteios, 1 falta levantada, 1 cruzamento e 1 assistência).


Apesar de ser especialista em jogadas aéreas, Marcos Assunção marcou com a bola rolando na derrota para o Corinthians (1 a 2) quando o jogo estava 0 a 0, chutando da intermediária. Já era a 15a rodada. As jogadas aéreas foram usadas quando o Palmeiras precisou.


Na primeira rodada, bateu escanteio para Leandro Amaro marcar quando o Palmeiras empatava em 0 a 0 com o Bragantino (2 a 1);


Na terceira, cobrou o escanteio que Fernandão completou quando o time perdia por 0 a 1 para a Catanduuvense (1 a 1);


Na quarta, fez de falta quando empatava em 0 a 0 com o Mogi Mirim (2 a 0);


Na quinta, cobrou escanteio para Fernandão marcar quando perdia por 0 a 1 para o Santos (2 a 1);


Na sexta, na vitória por 3 a 2, fez de falta quando empatava em 1 a 1 com o XV de Piracicaba e cobrou falta levantada para Artur fazer o gol quando empatava em 2 a 2;


Voltou a fazer a diferença na 13a rodada, cruzando para Valdivia fazer de cabeça quando estava 0 a 0 o jogo contra o Botafogo (6 a 2);


Na 16a, fez assistência para João Vitor fazer o gol da vitória sobre o Paulista por 1 a 0.


Assim como no início da temporada, o Palmeiras está precisando muito de Marcos Assunção para voltar a ter paz com sua torcida. Bola pra ele.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Jogo #7 - Bragantino 1 x 2 Palmeiras

Com 6 minutos, o Palmeiras já vencia por 1 a 0. Em mais uma de suas maravilhosas cobranças de bola parada, Marcos Assunção bateu escanteio da direita, a bola fez uma curva acentuada e ficou limpa para Leandro Amaro cabecear cruzado da direita da grande para baixo.

E, então, o Bragantino colocou uma falsa pressão sobre o visitante. Insistiu em bolas erguidas na área com 6 cruzamentos, 7 escanteios e 4 faltas levantadas.

Em um único lance o goleiro Bruno, do Palmeiras, fez uma defesa realmente difícil, após uma cobrança de escanteio e finalização que quicou no gramado molhado. O Palmeiras jogou fechado, teve alguma dificuldade nas bolas altas, mas não chegou a ser ameaçado. Além do gol, conseguiu mais 2 boas finalizações, defendidas pelo goleiro Rafael.

No segundo tempo, o jogo ficou bem mais rasteiro, até demais, apesar de o gol do Palmeiras ter ocorrido em um excelente cruzamento de Valdivia com a perna esquerda. Sem preconceito contra os cruzamentos eficazes.

Na segunda metade do jogo foram mostrados 9 amarelos, sendo 5 para o Bragantino e 4 para o Palmeiras.

No jogo todo, foram 7 amarelos para o Bragantino sendo 4 deles por faltas bem duras em Valdivia (1 e 3). O Palmeiras já sabia da força das jogadas aéreas do Bragantino e conseguiu reduzir os espaços no campo, compactando a equipe, segundo disse Murtosa no intervalo. Felipão estava suspenso e só assistiu ao jogo de uma cabine.

Realmente, foram 2 cruzamentos, 3 escanteios e 1 falta levantada no segundo tempo contra 6-7-4 no primeiro tempo. Além do gol de pênalti, o Bragantino conseguiu 5 finalizações e uma cobrança de falta que obrigou o goleiro Bruno a ótima defesa.

O Palmeiras finalizou 8 vezes e fez um gol, de Maikon Leite com o gol aberto, e obrigou Rafael a 1 defesa bem difícil, no reflexo, e 2 outras defesas menos complicadas.