sábado, 21 de julho de 2012

Jogo #101 Vasco joga só no primeiro tempo e se impõe com autoridade sobre o embrionário Santos

O Vasco se impôs sobre o Santos com muita autoridade em São Januário, venceu por 2 a 0 e ficou uma sensação de que poderia ter conseguido ainda mais, tamanha superioridade sobre a embrionária equipe santista.

O primeiro e o segundo tempos começaram de formas bem parecidas: o Vasco com uma imensa fome de gol, e o Santos fazendo o possível. Junto a fome de bola com a vontade de levar gol.

Aos 5 minutos, o vascaíno Auremir avançou pela direita e colocou bola rasteira na área, Henrique chutou para trás e acertou Bruno Peres, mas a bola foi para o ataque. Acontece.

Aos 11, Bruno Rodrigo tentou driblar Éder Luís próximo à área, perdeu a bola, o vascaíno avançou pela direita, colocou outra bola rasteira na área, Durval furou, mas quando Alecsandro ia finalizar para o gol da pequena área, Bruno Rodrigo chutou a bola para escanteio.

Na cobrança do escanteio, Juninho Pernambucano jogo na marca do pênalti, Bruno Rodrigo se assustou com a bola, que bateu na sua perna de apoio e sobrou limpa para Douglas completar da entrada da pequena área para o gol. Contra esse time do Vasco não se pode errar tanto. E o Santos errou muito mais.

O Vasco dominou completamente o primeiro tempo. A pressão foi tamanha que aos 13 minutos, Éder Luís partiu em velocidade pela direita, tocou a bola para a direita e correu para a esquerda, no meio de Durval, que acabou levando cartão por não ter tirado o corpo para o adversário passar.

Aos 14, Juninho Pernambucano bateu uma falta da intermediária, a bola quicou e quase enganou o goleiro Aranha, que tirou meio que de manchete para escanteio. Daí por diante a pressão diminuiu, mas foi o suficiente para o Vasco conseguir 5 finalizações no primeiro tempo, 3 certas e 1 gol. O Santos finalizou 5 vezes, 1 certa. E só.

Se os santistas esperavam alguma reação no segundo tempo, caíram na real logo aos 2 minutos: Juninho Pernambucano bateu escanteio no primeiro pau, Alecsandro se antecipou na pequena área e cabeceou no  ângulo. Foi a única finalização do Vasco no segundo tempo, aos 2 minutos. A partir daí, com o placar garantido e o Santos jogando nada, trocou passes e deixou o tempo passar. Foi mais que suficiente.

Por liderança, Vasco terá árbitro equilibrado contra o Santos; juiz de Sport x Atlético-MG puniu mais mandantes

O mato-grossense Wagner Reway apita Vasco x Santos. Ele já trabalhou em 3 partidas neste Brasileirão (São Paulo 1x0 Bahia, Ponte Preta 2x2 Flamengo e Corinthians 2x1 Náutico) de forma bem discreta. Nessas 3 partidas, mostrou 7 cartões amarelos para mandantes e 7 para visitantes e 1 vermelho para Roger, da Ponte Preta, em Campinas, aos 48 minutos do segundo tempo, por reclamação após gol de empate do Flamengo no final. Com a sempre dura missão de vencer o Sport no Recife, o Atlético-MG teoricamente não tem com que se preocupar em relação à arbitragem, a cargo de Paulo César Oliveira. Em 5 jogos, o paulista mostrou 11 amarelos para mandantes e 10 para visitantes e 2 vermelhos para mandantes: para Marino, do Atlético-GO na derrota por 4 a 1 para o Fluminense (o jogo estava 3 a 1 e Marino foi no meio de Marcos Júnior), e para Anderson Pico, do Grêmio, na derrota por 1 a 0, em casa para o próprio Atlético-MG, que já vencia quando o gremista deixou a mão no rosto de Pierre após 1 dividida.  11a rodada  Sábado  18h30  Sport x Atlético-MG  Árbitro: Paulo César Oliveira  Auxiliar 1: Roberto Braatz  Auxiliar 2: João B. Nobre Chaves  Vasco x Santos Árbitro: Wagner Reway  Auxiliar 1: Carlos Berkenbrock  Auxiliar 2: Rosinei Hoffmann Scherer  Corinthians x Portuguesa  Árbitro: Leandro Bizzio Marinho  Auxiliar 1: Márcio Luiz Augusto  Auxiliar 2: Bruno Salgado Rizo  Domingo 16h Internacional x Atlético-GO Árbitro: Paulo H. Godoy Bezerra Auxiliar 1: Dibert Pedrosa Moisés  Auxiliar 2: Helton Nunes  Cruzeiro x Flamengo Árbitro: Heber Roberto Lopes Auxiliar 1: Altemir Hausmann Auxiliar 2: Bruno Boschilia Figueirense x São Paulo Árbitro: Anderson Daronco Auxiliar 1: Márcio Eustáquio S. Santiago Auxiliar 2: José A. Chaves Franco Filho Palmeiras x Náutico Árbitro: Edivaldo Elias da Silva Auxiliar 1: José Carlos Dias Passos Auxiliar 2: Ivan Carlos Bohn 18h30 Botafogo x Grêmio Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira Auxiliar 1: Vicente Romano Neto Auxiliar 2: Danilo Ricardo Simon Manis Ponte Preta x Fluminense Árbitro: Manoel Nunes Lopo Garrido Auxiliar 1: Alessandro A. Rocha de Matos Auxiliar 2: Luiz Carlos Silva Teixeira Bahia x Coritiba Árbitro: Marcelo de Lima Henrique Auxiliar 1: Lilian da Silva Fernandes Bruno Auxiliar 2: Eduardo de Souza Couto

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Jogo #94 Vasco joga no Morumbi como se estivesse em São Januário e derrota o São Paulo com certa facilidade

Não foi um grande jogo, mas o Vasco estava em busca de 3 pontos, não de espetáculo. Conseguiu sua terceira vitória como visitante insistindo em jogadas aéras que mantiveram a bola sempre rondando a defesa do São Paulo.

Foram 32 jogadas aéreas. Apenas 7 assistências, mas de 1 delas é que saiu o gol. Aos 3 minutos do segundo tempo, Willian Barbio avançou pela ponta direita e tocou para Fágner chutar da grande área, em cima do goleiro Denis, que espalmou a bola para dentro.

Falhou feio, assim como, em diversos momentos, todos os seus companheiros, que não tiveram forças para se impor frente ao vice-líder do Brasileirão.

Jogador mais decisivo do São Paulo, Jadson está se tornando um termômetro da equipe. Se seu futebol desaparece durante a partida, o São Paulo sofre, como ocorreu contra o Palmeiras. Diferentemente do clássico, o jogo coletivo do tricolor até apareceu foram 7 finalizações em assistências (das 11 que o São Paulo conseguiu), mas só 2 lancea foram realmente perigoso: aos 9 minutos do primeiro tempo, Rhodolfo tocou para Cícero chutar, Fágner fez um leve desvio, e a bola foi na trave. Aos 45 minutos do segundo tempo, Luís Fabiano bateu uma falta da intermediária, e o goleiro colocou para escanteio.

Foi só isso. Outras 8 conclusões ou foram para fora ou bloqueadas pelos adversários. Teve 1 chute de Luís Fabiano, logo no início, que foi em cima do goleiro. Fraco.

Isso explica por que os são-paulinos vaiaram a equipe, xingaram o presidente e chamaram o time de "sem vergonha".

O Vasco não quis nem saber. Com troca de passes e suas 32 jogadas aéreas, conseguiu 19 finalizações, 1 gol, uma bola no travessão e deu muito trabalho ao goleiro Denis, que fez 4 defesas difíceis, 1 nem tanto e acabou falhando quando Fágner chutou em cima dele.

O mérito é todo do Vasco, que soube anular a criação do adversário e pressionou como se estivesse jogando em São Januário.

Jogo #93 Atlético-MG conquista uma vitória inquestionável, apesar de o árbitro inquestionavelmente prejudicar o Inter

Para vencer o Internacional atualmente é preciso muita dedicação, uma equipe muito consistente e uma estratégia vencedora. O Atlético-MG teve isso tudo e venceu por 3 a 1, em casa, com méritos inquestionáveis.

A expulsão de D´Alessandro, aos 37 minutos do primeiro tempo, não estragou o jogo, mas prejudicou o Internacional. (Detalho no final do texto para não incomodar quem não quer saber do árbitro.)

Isso não tira nada do mérito do Atlético-MG. Nas 9 rodadas anteriores, o Internacional marcou 12 gols. Foram 9 no primeiro tempo e apenas 3 no segundo tempo. Apesar de haver muita gente que diga que "matemática não serve para o futebol", é para isso que as estatísticas servem. O técnico Cuca determinou uma blitz no primeiro tempo. Os atacantes do Atlético-MG marcaram com vigor e velocidade a saída de bola do meio-campo para a frente e a defesa esteve posicionada sempre com um jogador na origem da jogada e outro na sobra. Foi perfeito. No primeiro tempo, por postura sua, o Internacional não fez qualquer finalização em gol. Ficou acuado e não teve espaço para trocar passes.

Ponto para o Galo.

Outra estratégia foi usar bolas levantadas para impedir que o Internacional roubasse a bola na troca de passes e saíssem em contra-ataque. Foram 11 bolas levantadas, 4 da defesa e 2 do meio-campo. Internacional corria atrás dos jogadores do Atlético-MG e não conseguia fazer o seu jogo, tendo de sempre partir com a bola da defesa. O Atlético-MG fez só 3 cruzamentos porque também não chegava com a bola dominada. A bola ia para o ataque e voltava, mas era o Galo quem ditava o ritmo do jogo.

Outro ponto para o Galo.

Aos 45 minutos, Ronaldinho Gaúcho recebeu da frente da meia-lua, percebeu Guilherme desmarcado na direita da grande área e passou para ele. Guilherme acertou um chutaço de curva, tirando do goleiro, a bola bateu na canela da trave, nas costas de Muriel e entrou no canto.

Gol para o Galo.


O Atlético-MG voltou para o segundo tempo com a mesma determinação. O Internacional só fez 3 finalizações no segundo tempo, 1 certa e 1 gol.

Até o Atlético-MG fazer o seu segundo gol, aos 14 minutos, o Internacional não fez qualquer jogada de ataque. Logo aos 3 segundos, Ronaldinho Gaúcho levantou a bola para o ataque. E foi seguindo assim, foram 9 bolas levantadas e cruzamentos até que Danilinho percebeu Leonardo Silva com espaço na direita da grande área e levantou a bola para ele. O zagueiro dominou com a esquerda e com a direita fez um golaço, no ângulo, sem qualquer chance para o goleiro.

Com a vantagem de 2 gols, o Galo claramente relaxou e quis poupar energia. Foi seu maior erro e a maior prova de que contra o Internacional isso não é permitido. Tem de ser concentração total até o chuveiro, depois do jogo. Exatamente em 4 minutos do cronômetro, Fabrício avançou pela esquerda e colocou na cabeça de Fred, que mandou no gol. Victor só olhou para a defesa. Vindo do Grêmio há pouco, ele sabe exatamente o que é o Colorado.

Cuca também sabe e para o último quarto de jogo tirou o franzino Danilinho e colocou Escudero, que também veio do Grêmio.

O Atlético-MG continuou levantando bolas, já que como dizem os mais velhos, "enquanto ela está no alto, nosso time não está correndo riscos". Foram 12 bolas erguidas frontalmente no segundo tempo (5 da defesa, 2 do meio-campo). Ronaldinho Gaúcho usou sua experiência para segurar a bola, deixar o tempo passar, mesmo que fosse necessário chutá-la para fora sem qualquer chance de gol. Não era o importante naquele momento. Importante era não deixar o Internacional com a bola nos pés.

Deu muito certo. A partir dos 40 minutos, o Internacional usou sua força para pressionar. Mesmo jogo de bola levantada. Foram 6 em 7 minutos (e 6 jogadas de ataque nos 40 minutos anteriores do segundo tempo).

Aos 46 minutos, falta na intermediária, a bola é levantada para a área, o zagueiro Leonardo Silva, do Atlético-MG, corta dominando. Nascia um contra-ataque fulminante. Leonardo Silva cortou a falta, dominou, de próximo da área mandou para Bernard no meio-campo. O pequenino conduziu da direita até a frente da meia-lua, em velocidade, pedalando, e colocou na esquerda onde chegavam Ronadinho Gaúcho e Escudero. Ronaldinho Gaúcho percebeu que Escudero estava em uma melhor posição, reduziu a corrida e deixou para ele. Escudero dominou e mandou uma pancada rasteira antes da chegada de Guiñazu de carrinho.

Gol para o Atlético-MG. 

Um jogaço.

O árbitro

O Internacional foi prejudicado pela arbitragem do senhor Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza, o que é tão inquestionável quanto a grande vitória do Atlético-MG. 

Aos 37 minutos do primeiro tempo, Leandro Donizete soltou a bola e em seguida, D´Alessandro chegou e o derrubou tocando sua perna de apoio. Não precisava, mas não houve violência. O juiz parou o jogo e mostrou o amarelo. 

D´Alessandro, que já vinha reclamando, reagiu de forma exagerada, se aproximando demais do árbitro. Encostou nele. Mas o árbitro mostrou ser mais desequilibrado do que o argentino em um jogo desse porte. 

Mostrou o vermelho para D´Alessandro afirmando ter sido peitado. Evidentemente, criou-se um tumulto e o zagueiro Índio lhe deu uma peitada. Aí, sim. O árbitro olhou para ele com aquela cara de "quem você pensa que é", mas sabendo que não poderia expulsar 2 jogadores em seguida para não estragar o jogo, mudou imediatamente sua feição. Se acalmou. Caiu a ficha.

Como foi comentado aqui na rodada passada, o senhor Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza é dado a distribuir cartões aos borbotões (não quis perder a oportunidade de usar "borbotões"). Em 2 jogos que tinha apitado antes (Ponte Preta 1x0 Palmeiras e Cruzeiro 1x3 Grêmio), ele mostrou 15 cartões amarelos.

Somado ao que fez no caso de D´Alessandro, me parece claro que ele ainda não sabe "arbitrar", conduzir, um jogo. Em Cruzeiro 1x3 Grêmio ele expulsou Werley, do Grêmio, aos 42 minutos do primeiro tempo, em um lance em que Werley tocou a bola e, depois, o cruzeirense Montillo é que trombou com o zagueiro gremista expulso. 

É arbitrário.

Curiosamente, o mesmo árbitro expulsou os técnicos Luiz Felipe Scolari e Vanderlei Luxemburgo nos últimos minutos em 2 jogos diferentes. Ok, ambos os treinadores têm muitos desafetos e você pode pensar que se expulsou os 2, é porque ele é bom. Mas não é bem assim.

Parece muito mais que o senhor Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza é inseguro em relação ao que tem de fazer e usa os cartões como escudo contra a intimidação do brilho das estrelas. Para estar com os grandes é preciso ser grande. Ele não parece ser.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Jogo #92 Corinthians expõe fragilidades do Flamengo e Joel erra ao colocar Adryan quando já perdia por 2 a 0

A arbitragem prejudicou o Flamengo. O auxiliar Roberto Braatz, marcou 2 impedimentos errados no primeiro tempo. O primeiro deles quando a partida ainda estava empatada em 0 a 0 e Botinelli iria disparar com muita liberdade pela esquerda.

O segundo, quando o Corinthians já vencia por 2 a 0, e Hernane tinha condições quando a bola foi erguida para ele por Renato Abreu.

Só que as diferenças entre os dois times são tão grandes, que talvez mesmo esses lances não salvariam o Flamengo. Renato Abreu, que cortou errado uma jogada e deu a bola de presente para Douglas fazer seu segundo gol, disse que o Flamengo perdeu porque errou e não porque o Corinthians foi superior.

Mas o Flamengo errou porque o Corinthians está superior neste momento. O título da Libertadores foi consequência desse trabalho árduo, que tem como um de seus resultados essa linha de impedimento que errou 2 duas vezes, mas acertou em outros 3 lances.

A sincronicidade corintiana foi conquistada às custas de uma eliminação prematura na Libertadores do ano passado e da manutenção de um trabalho bem feito, que permitiu a Douglas roubar a bola de Bottinelli para fazer o primeiro gol e aproveitar o erro de Renato Abreu para fazer o segundo, e Danilo ficar completamente desmarcado para receber uma bola redonda de Romarinho para fazer um golaço.

O Corinthians sobra. Como o lutador Anderson Silva está em alta no país e é patrocinado pelo Corinthians, talvez faça sentido uma analogia para os torcedores entender o que acontece com a equipe. Depois de tanto treino, de tantos jogos com adversários sempre acreditando que era possível tirar aquele único gol de vantagem que garantiu a imensa maioria das vitórias magras do Corinthians nos últimos anos, tudo fica muito lento à frente dos corintianos. Contra adversários desestruturados, que não sabem marcar, não têm um padrão de jogo e não contam com jogadores foras-de-série, tudo fica muito previsível.

Só não foi pior porque Emerson perdeu um pênalti, muito mal cobrado e defendido pelo goleiro Paulo Victor quando já estava 3 a 0, e porque a bronca dos torcedores do Flamengo, que a certa altura deram as costas ao gramado do Engenhão em protesto, não foi suficiente para queimar Adryan e Mattheus, 2 garotos que foram jogados aos gaviões quando a equipe já perdia por 2 a 0.

Joel Santana errou ao colocar Adryan no intervalo. Disse que "ou empataria o jogo ou perderia de 4". Esteve por 1 pênalti de acertar, mas errou. De novo.

Jogo #91 Santos e Botafogo deviam ter decretado o empate antes de o jogo começar

Escolho um ato falho do ótimo narrador Odinei Ribeiro para resumir Santos 0x0 Botafogo: "Aí o Cláudio Francisco Lima e Silva apita o final deste primeiro tempo, o técnico Muricy Ramalho sai com cara de poucos amigos, o torcedor do Santos vaia a atuação do seu time (...)."

O juiz apitava na verdade o fim de jogo e não do primeiro tempo, mas como na verdade não teve jogo, o ato falho é absolutamente compreensível. O sentimento era se em algum momento iria haver algo de bom.

Em seu camarote na Vila Belmiro, Pelé deve ter passado o jogo todo se perguntando se quando enfrentava o grande Botafogo de Garrincha e companhia bela, eles fizeram algum jogo assim, tão sonolento.

Quando um jogo é muito estudado, costumá-se dizer que a partida é um jogo de xadrez. Hoje, os capitães deveriam ter feito como no xadrez: dado as mãos logo no início e decretado empate antes mesmo de a bola rolar. Teria sido melhor para todos.

São Paulo x Vasco tem bandeira estreante, Fla x Timão, pretigiados em má fase e Galo x Inter, os melhores desses


O Atético-MG terá um desafio e tanto para manter a liderança do campeonato, já que o Internacional é um dos mais fortes candidatos a conquistar o título deste ano. Ao menos pelo histórico dos auxiliares-bandeirinhas neste Brasileirão, a partida está bem servida.


Marcelo Carvalho Van Gasse, que vai estar à direita do vídeo, ainda não errou nenhum impedimento em 15 marcados (2 duvidosos). Já o auxiliar 2, João Batista Nobre Chaves, errou 1 em 9, numa desatenção em lance fácil de Willian José, do São Paulo, contra o Santos.


O mega-clássico Flamengo x Corinthians contará com os prestigiadíssimos Roberto Braatz, que vai ficar à direita do vídeo, e Altemir Hausmann. 

Ambos já erraram na competição, mas Hausmann vive um momento pior: em 16 impedimentos marcados, ele errou 3 (além de 2 duvidosos). Pior que isso, no jogo Sport 2x1 Palmeiras, anulou incorretamente 1 gol de Barcos e ainda errou ao marcar outro impedimento de Valdívia, na 3a rodada. Os corintianos devem achá-lo melhor por isso. Vamos ver o que acontece esta noite. Na 7a rodada, errou feio um impedimento de João Paulo, da Ponte Preta, quando estava 2 a 2 o jogo Vasco 3x2 Ponte Preta. É reconhecidamente um grande bandeira.

Braatz errou 1 em 10 que marcou, mas há 6 lances duvidosos entre eles, sendo 3 deles no jogo Vasco 4x2 Náutico, por falta de replay lateral).


Em São Paulo x Vasco, o jogaço com as 2 equipes mais bem colocadas na classificação, trabalham Kléber Lúcio Gil (à direita no vídeo) e Rafael da Silva Alves. O da direita do vídeo ainda não errou em 5 impedimentos que marcou, e o da esquerda, trabalha pela primeira vez em um jogo da Série A deste ano.


10a rodada

Quarta-feira

19h30

Santos x Botafogo

Árbitro: Cláudio Francisco Lima e Silva
Auxiliar 1: Márcio Eustáqui S. Santiago
Auxiliar 2: Cristhian Passos Sorence


Grêmio x Sport

Árbitro: Jailson Macedo Freitas
Auxiliar 1: Carlos Berkenbrock
Auxiliar 2: Marcos W. Rocha de Amorim


20h30

Portuguesa x Cruzeiro

Árbitro: Elmo Alves Resende Cunha
Auxiliar 1: Alessandro A. Rocha de Matos
Auxiliar 2: Bruno Boschilia


Náutico x Ponte Preta

Árbitro: Marcelo de lima Henrique
Auxiliar 1: Rodrigo Pereira Jóia
Auxiliar 2: Carolina Romanholi Melo


21h50

Atlético-MG x Interancional

Árbitro: Marcelo Aparecido R. de Souza
Auxiliar 1: Marcelo Carvalho Van Gasse
Auxiliar 2: João B. Nobre Chaves


Flamengo x Corinthians

Árbitro: Sandro Meira Ricci
Auxiliar 1: Roberto Braatz
Auxiliar 2: Altemir Hausmann


São Paulo x Vasco

Árbitro: Leandro Pedro Vuaden
Auxiliar 1: Kléber Lúcio Gil
Auxiliar 2: Rafael da Silva Alves



Quinta-feira

21h

Atlético-GO x Figueirense

Árbitro: Wilson Luiz Seneme
Auxiliar 1: Janette Mara Arcanjo
Auxiliar 2: Lilian da Silva Fernandes Bruno


Fluminense x Bahia

Árbitro: Fabrício Neves Correa
Auxiliar 1: José Eduardo Calza
Auxiliar 2: Fábio Pereira


Coritiba x Palmeiras

Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro
Auxiliar 1: Thiago Gomes Brígido
Auxiliar 2: Celso Luiz da Silva